terça-feira, novembro 27, 2007

Weird

Serei a única pessoa a achar que as sobrancelhas da Clara de Sousa são parecidas com as da Barbie???

segunda-feira, novembro 19, 2007

Os perigos do Hi5

Dois gajos tentaram ser meus amigos no Hi5. Um enviou uma foto ao lado do Pinto da Costa, o outro com o grupo a que dá catequese em Fátima.

É um facto, atraio sempre malucos.

terça-feira, novembro 13, 2007

segunda-feira, novembro 05, 2007

Violeta


A minha Violeta foi envenenada.
Que quem a matou tenha uma morte lenta e agonizante como a dela.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Diz que é uma espécie de gentileza




Parece que abriu um novo centro comercial em S. João da Madeira. O Insano até tem fotos das moderníssimas casas de banho dos homens. Acho aquilo uma tolice, mas que se lixe. As das mulheres não faço ideia como sejam. Há por aí alguém com fotos?


Agora, o que me irritou neste centrinho comercial é outra coisa. É o estacionamento para mulheres. Isso mesmo, lugares enormes, perto das portas de acesso e pintados de rosa. Tão enormes, que chegam a ser mais largos que os reservados aos deficientes. Não sei quem foi o estafermo que teve esta ideia estapafúrdia, mas gostaria de lhe dizer que no dia em que eu precisar de mais espaço para estacionar do que alguém que provavelmente até tem que tirar uma cadeira de rodas do carro, olhem, vou entregar a minha carta à DGV ou lá onde é.


Um dos responsáveis do tal centro diz que estes lugares são "uma gentileza para com as senhoras". *
Na minha terra chama-se paternalismo bacoco.

* JN de ontem, tinha foto na primeira página e tudo.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Ok, é dos multibancos...

.. mas por uma vez que seja, estamos no topo de uma lista positiva!

quarta-feira, outubro 17, 2007

Póvoa de Varzim no seu melhor # 2


Não sei o que mais me chateia: se a falta de educação de quem não limpa o cocó do cãozinho, se a de quem escreveu isto.

terça-feira, outubro 09, 2007

A chatice dos finais infelizes

ou Prémio "o melhor é criar as criancinhas em reservas, como se faz aos índios"

"Associação de pais quer queimar livros infantis que não tenham finais felizes
Uma associação de pais britânicos organizou uma «Fogueira de Maus Livros», onde se queimarão livros infantis que não tenham finais felizes, noticiou a agência Ansa.


A «Happy Ending Foundation» considera que a vida já tem demasiadas amarguras e, por essa razão, deverá proteger as crianças contra as histórias mais tristes.
Na semana do Livro Infantil, que terá início nesta segunda-feira, a associação enviou missivas para bibliotecas e escolas, convidando os responsáveis a retirarem os livros «controversos» das suas estantes.
As reacções foram na maioria negativas - para alguns, estas atitudes fazem recordar os nazis, que queimavam os livros de que não gostavam.
A fundadora da associação, Adrienne Small, decidiu criara e entidade em 2000, quando a sua filha se sentiu deprimida depois de ler um livro da série de Lemony Snicket.
A associação conta com membros de todo o país."

Tirado do Sol (o jornal, claro...) os links hoje não funcionam.

sábado, setembro 29, 2007

Aos arquitectos e/ou designers

Gosto muito de jardins. Especialmente daqueles velhos, em que árvores nasceram todas muito antes de mim.
Gosto de ir ler para o jardim. Ler no jardim do Palácio de Cristal é um privilégio, naqueles jardins em cascata, com o Douro ao alcance da vista…

O que me leva à questão dos bancos. Ou, como se diz agora, mobiliário urbano. É tragédia em cima de tragédia, estes arquitectos e/ou designers estão todos loucos. Um jardim deve ser um local calmo onde amigos se possam sentar e conversar. Onde os reformados jogam à sueca e se fazem muitas outras coisas como namorar, estudar…

A foto abaixo é da Praceta Maria da Fonte em Famalicão. (Quer dizer, para ser honesta, nunca li a placa para confirmar, mas sempre ouvi essa designação desde miúda.)
Dá impressão que chegou ali um gajo mal disposto e espalhou as cadeiras. Como raio é que se pode conversar aqui? Aos berros? Uma sueca é impossível e namorar ainda mais. Mas diz que é uma espécie de modernidade…




Temos aqui o jardim do Carregal, bem ao lado do Hospital de Santo António, no Porto. Apesar de pequeno, é lindo, as árvores são enormes e tem uma arca d’água. E tem também estes caixotes, que supostamente são bancos. Mas o que é que esta gente tem contra um banquinho básico, onde se possam apoiar as costas e não se fique com o rabo gelado no Inverno? Se eu fosse um dos muitos velhotes que moram ali na zona, tinha feito um abaixo-assinado.





Este aqui é um modelo velhinho, no Palácio, mas que cumpre a sua função. Se levarmos um casaquinho de malha, até dá para fazer de travesseira e ler deitada. Qual é a dificuldade em fazer bancos confortáveis? Tanto mestrado em ergonometria (ou ergonomia?) e os caixotes são o vosso melhor resultado?




ps - fotos tiradas com telelé, o cabo da digital continua missed in action.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Finanças

Amanhã de manhã vou às Finanças tentar que me devolvam um dinheirito jeitoso sem necessidade de caução.

É disto que gosto em mim: sou uma eterna sonhadora.

sábado, setembro 22, 2007

Póvoa de Varzim no seu melhor

Uma clínica com médicos e enfermeiros onde a malta não consiga sequer escrever tensão arterial ou colesterol não me inspira confiança. Insinuar que o açúcar no sangue é sinónimo de diabetes, também não ajuda. E nem sequer falo da riqueza com s...






Festa da Senhora das Dores.


segunda-feira, setembro 17, 2007

Why oh why???

A minha vizinha chique para a empregada:

"Lá porque eu vou estar ausente por causa da xirurgia, isso não quer dizer que possa abaixar os preços sem meu cãonhecimento".

sábado, setembro 15, 2007

as chatices do top

Vai uma gaja tomar café com o seu top novo todo catita e repara que tá um marmanjo na mesa ao lado a catrapiscá-la. Não era um gajo qualquer: era um de livro na mão. Quer dizer, não era em um livro era O Segredo, a maior paneleirice editorial do século. Como é que um marmanjo que não tem vergonha de ler aquilo em público tem a lata de me bater a pestana???

Vai a minha vizinha ali da loja de roupa cara elogiou o meu top. Parece que é, e passo a citar, "a aliança perfeita entre cores de Outono com a leveza e fluidez das roupas de Verão".

E eu a pensar que era apenas um top giro.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Salvação Mundial




Roubado com pré-aviso aos Três Pastelinhos.

ADENDA: se clicarem aí no X, a imagem abre.

quinta-feira, setembro 13, 2007

McCann - toda a informação

O jornal 24 Horas, informa logo na primeira página que o juíz que está a tratar do caso foi criado numa família católica e que gosta de cães dálmatas.
Sinto-me muito mais descansada.

terça-feira, setembro 11, 2007

Coisas que me chateiam

A realidade.

sábado, setembro 08, 2007

Santa Zita, patrona das "domésticas"

Zita nasceu em Monsagrati, Itália, em 1218. Em uma família de camponeses pobres, como sói acontecer quase sempre nesse ofício de santos; proêmio melhor se dá apenas apenas quando o futuro santo é um rico que se despoja espetacularmente de seus bens, como aconteceu uma vez ali perto, em Assis. ...

O Fatinelli, comerciante de lã e tecidos, era um sujeito grosseiro e tratava seus criados como menos que porcos. Todos os empregados da casa protestavam contra esse tratamento, menos uma. Isso. Ela mesma. A Zita.

Zita foi empregada ali por 48 anos, até sua morte em 27 de abril de 1278. Nas horas vagas, como toda postulante a santa que se ache digna desse nome, ia à missa todas as manhãs, visitava pobres, presos e doentes, e repartia com eles o pouco que tinha. Um bom santo demonstra pouco apego ao dinheiro, atributo no entanto pouco desejável em papas.

A versão oficial da Igreja diz que os outros empregados dos Fatinelli ofendiam, desprezavam e humilhavam Zita por invejarem sua "postura cândida e serena". É
Por tudo isso, quase sete séculos depois, Pio XII transformou Zita em santa padroeira das empregadas domésticas.

Zita não foi martirizada pela sua fé como Santo Estêvão. Não tem atrás de si uma grande obra evangelizadora como São Paulo. Não combateu hereges em cruzadas como São Luís. Santa Zita virou santa por seu sangue de barata, por ser apontada pelo Fatinelli como o modelo que aqueles insolentes deveriam seguir. Zita é a imagem ideal da empregada, aquela sombra muda mas eficiente, tanto melhor quanto mais próxima do comportamento de uma geladeira ou batedeira.

Santa Zita também é boa padroeira por causa do seu nome.

Há tantos nomes elegantes de santos, alterosos. São Tiago de Compostela, Santa Catarina de Sienna, Santa Teresa de Lisieux, uma infinidade de Nossas Senhoras de sobrenome imponente como Mont Serrat.

Prisioneiros de guerra têm como padroeiro São Leonardo de Noblac; professores, São João Batista de La Salle. Mas às empregadas fizeram a grande sacanagem de dar como padroeira Santa Zita, santa de não muitos milagres mas de nome inigualavelmente apropriado a uma doméstica. Zita, coitada, não tem sobrenome, não lhe fizeram sequer a gentileza do topônimo; e a santa padroeira, que poderia ser Santa Zita de Lucca, é só a Zita, assim como a sua empregada não tem sobrenome porque não lhe interessa.

É por isso que Santa Zita é a padroeira das empregadas. Porque é uma santa que sabe o seu lugar. E que, provavelmente, folga aos domingos.


Rafael Galvão, no seu blog.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Red Bull - a reportagem possível




Foi neste comboio que cheguei ao Porto. Ia sentadinha à janela. Há gajas com sorte :)




neste nem tentei entrar, pelas razões óbvias..


E foi nisto que passei o dia 1 de Setembro, no meio de aviões e completamente esquecida do aniversário deste tasco.

ps - As fotos dos aviões propriamente ditos serão postadas logo que o cabo da câmara apareça...

E os aviões ali tão perto

Andei pelo Porto neste fim de semana e, evidentemente, fui tentado a ir para junto do rio ver os aviões.
Enquanto andava por uma cidade soalheira e amável, sem trânsito nem pessoas, chegavam-me relatos assustadores de multidões suadas espremendo-se pelas vielas da Ribeira, comprimindo-se nos espaços livres das margens, penduradas em esplanadas e varandas.
Miseravelmente acobardado, inverti planos e rumo, aproando a Vila Chã e à praia. Numa esplanada, diante de um prato de amêijoas com sabor a mar e a ervas, ouvi o silêncio contemplando no areal uma simples meia-dúzia das poucas pessoas que não tinham ido aos circenses, e mastigando o meu panis ensopado em molho.
À noite vi na televisão dois aviões a passar e fiquei satisfeito. You see one, you see them all. Oh, quem cantará as maravilhas deste século?

sexta-feira, agosto 31, 2007

Ora bem...

Não tenho tido para postar aqui os habituais disparates derivado às obras no centro comercial. Que é como quem diz, ando a limpar pó, vidros, pó, chão, pó, paredes e ainda mais algum pó.

Amanhã vou ver os aviões da Red Bull e nem cá ponho os pés. Aparecerei aí segunda-feira para a rentreé.

Entretanto, recomendo (como sempre) o tasco ali do lado.